domingo, 12 de maio de 2013

Sou apenas uma adolescente e... quero ver só ignorar essa matéria!

Se você está lendo isso, parabéns!, você deixou o preconceito de lado e finalmente decidiu dar ouvidos a metade da população brasileira!
Certo, mas... quem diabos sou eu? Bem, se você não leu o título, eu sou "o futuro deste país". Mais conhecida como Manuela Catalina, mas isso vem ao caso? O que importa mesmo é o meu objetivo.
Caso não tenha notado até agora, eu já fiz menção a duas falas muito comuns que vocês, adultos, têm o costume de falar. A numérica e a popular. Eu vim aqui dizer que nós (adolescentes) pensamos sobre o que ocorre ao nosso redor. Vim mostrar que não somos crianças que não ligam ou não entendem nada; ao contrário, nós temos uma visão bem aprofundada do mundo.
Já pararam pra pensar que nossas ações são reflexos das suas?
Que tudo o que fazemos ou dizemos são o que vocês dizem ou fazem? Então, se nos vêm como ignorantes, quer dizer que também o são. Há! Que ousadia, não é?
Sim, mas é a verdade.
Vocês têm o dever de nos fazer pensar. Agir. Querer.
Têm o dever de nos educar em nossa própria casa a olhar a televisão não para assistir a novela e o jogo de futebol, mas sim prestar atenção na campanha eleitoral, nos políticos que nós um dia teremos que enfrentar e que vocês, no momento, estão botando no poder.
Estou dizendo que,ao invés de falar que nós somos o futuro do país e ficar com a bunda na cadeira na frente da televisão sem fazer nada, vocês deveriam tomar vergonha na cara e agir pelo país de vocês também.
Estamos sendo educados por uma nação conformista, cheia de dívidas histórias, étnicas e políticas! Uma nação que deixa o fardo de um futuro melhor para "crianças" em que não confiam. Uma nação que não quer mais saber dos seus direitos, e que não acha que tudo pode melhorar.
Eu quero fazer a minha parte. Quero, como muitos dos meus amigos, mudar meu Brasil, um país que eu realmente amo e tenho vínculo, e orgulho. Porém esse orgulho é uma camada fina, e eu realmente quero fazer com que esta camada vire uma casca grossa. Mas, apesar de tudo, eu ainda sou apenas uma menina. Uma menina com grandes sonhos, e milhares de vontades.
Eu sei que posso fazer minha parte desse jeito. Sei que posso escrever e mostrar para todos que temos consciência, e também que temos que aprender, e, ainda mais, que temos, no sangue brasileiro, uma força de vontade adormecida.
Eu sou apenas uma adolescente, e essa é a primeira forma de muitas que arranjei pra fazer a minha parte.

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